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Jovens Amigos ada Sagrada Face

Grupo de jovens pertencente a família religiosa da Congregação da Sagrada Face, que tem como missão Propagar, Reparar e Restabelecer o Rosto de Cristo nos irmãos, especialmente os mais humildes e necessitados
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Novo bispo auxiliar

Mons. Rosalvo de Lima - Nomeado Bispo Auxiliar de Fortaleza - CE

O papa Bento XVI nomeou, nesta quarta-feira, 2, bispo auxiliar da arquidiocese de Fortaleza (CE), o Monsenhor Rosalvo Cordeiro de Lima, do clero da diocese de Mogi das Cruzes (SP), atualmente pároco da paróquia de São José, em Salesópolis (SP).

Monsenhor Rosalvo Lima nasceu em 25 de janeiro de 1962, em União dos Palmares (AL). Estudou Filosofia no Seminário "Sagrado Coração de Jesus", em Mogi das Cruzes, e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Foi ordenado sacerdote em 1° de novembro de 1991, em Arujá, na diocese de Mogi das Cruzes.

Foi Vigário Paroquial da Paróquia Jesus Cristo Redentor do Homem, em Itaquaquecetuba, diocese de Mogi das Cruzes (1992-1993); Coordenador de Pastoral e Coordenador Vocacional da diocese de Mogi das Cruzes (1994-2000); Administrador Paroquial da paróquia Jesus Cristo Redentor do Homem, em Itaquaquecetuba (1994-1997) e é diretor Espiritual dos Seminaristas da diocese de Mogi das Cruzes.
Fonte: CNBB

domingo, 30 de janeiro de 2011

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011

Oração da Campanha da Fraternidade de 2011









Oração da Campanha da Fraternidade 2011

Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.

Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.

Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.

E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.

Fonte: Divulgação Site da CNBB

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Nossa Senhora - palavra do Papa

Palavras na oração Regina Coeli
AMÃ, domingo, 10 de maio de 2009 (ZENIT)- Ao término da Missa no Estádio Internacional de Amã, Bento XVI conduziu a oração do Regina Coeli junto dos fiéis presentes. Estas foram as palavras do Papa na introdução da oração mariana da época da Páscoa.
* * *
Caros amigos,
durante a Missa, falei do carisma profético das mulheres, como portadoras do amor, mestras da misericórdia e construtoras da paz. O supremo exemplo da virtude feminina é a Virgem Maria: Mãe da Misericórdia e Rainha da Paz. Enquanto agora nos voltamos a ela, invocamos sua intercessão materna para todas as famílias destas terras, para que possam realmente ser escolas de oração e de amor. Pedimos à Mãe da Igreja que coloque seu olhar misericordioso sobre todos os cristãos destas terras, e com a ajuda de suas orações, eles possam ser verdadeiramente unos na fé que professam e no testemunho que oferecem. A ela, que tão generosamente respondeu ao anjo e aceitou o convite para se tornar a Mãe de Deus, pedimos que dê coragem e força a todos os jovens que hoje discernem sua vocação, para que também eles possam dedicar-se generosamente a cumprir a vontade do Senhor.
Neste tempo de Páscoa, é com o título do Regina Coeli que nos voltamos à Santíssima Virgem. Como fruto da Redenção alcançada pela morte e ressurreição do seu Filho, ela foi elevada à glória eterna e coroada Rainha dos Céus. Com grande confiança no poder de sua intercessão, nos voltamos agora a ti, com alegria nos nossos corações e amor pela nossa gloriosa e sempre Virgem Mãe.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Papa explica importância de Batismo de crianças

Por Inma Alvarez
CIDADE DO VATICANO, domingo, 11 de janeiro de 2009 (
ZENIT.org).- O Papa explicou a importância do Batismo das crianças, ao batizar hoje 13 bebês na Capela Sixtina, como é tradição na Solenidade do Batismo do Senhor, e afirmou que com ele «restituímos a Deus o que veio d'Ele».
«A criança não é propriedade dos pais, mas foi confiada pelo Criador a sua responsabilidade, livremente e de uma forma sempre nova, para que estes as ajudem a ser livres filhas de Deus», explicou o Papa.
Sobre estas crianças, afirmou, «pousa hoje a “complacência” de Deus».
«Desde quando o Filho unigênito do Pai se fez batizar, o céu se abriu realmente e continua se abrindo, e podemos confiar cada nova vida que nasce às mãos d'Aquele que é mais poderoso que os poderes obscuros do mal», afirmou o Papa.
Em primeiro lugar, Bento XVI assinalou a importância de que Deus se tenha feito uma criança pequena, que é precisamente o centro da celebração do tempo litúrgico do Natal, que se encerra com a Solenidade do Batismo do Senhor.
«O Criador assumiu em Jesus as dimensões de uma criança, de um ser humano como nós, para poder fazer-se ver e tocar. Ao mesmo tempo, abaixando-se até a impotência inerme do amor, Ele nos mostra o que é a verdadeira grandeza, o que quer dizer ser Deus», afirmou.
Agradecendo a oportunidade de poder batizar nesta ocasião, o Papa fez notar sobretudo a importância do papel dos pais e dos padrinhos para fazê-los compreender o sacramento que um dia receberam.
«Só se os pais amadurecerem esta consciência conseguirão encontrar o justo equilíbrio entre a pretensão de poder dispor dos próprios filhos como se fossem uma propriedade privada, formando-os em base às próprias idéias e desejos, e a postura libertadora que se expressa em deixá-los crescer em autonomia plena, satisfazendo cada um de seus desejos e aspirações», explicou.
Por outro lado, batizar as crianças pequenas, explicou o Papa, não é «fazer uma violência», mas «dar-lhes a riqueza da vida divina na qual se enraíza a verdadeira liberdade que é própria dos filhos de Deus».
Esta liberdade, acrescentou, «deverá ser educada e formada com o amadurecer dos anos, para que as faça capazes de eleições pessoais responsáveis».
Com respeito à educação na fé dos pequenos, o Papa explicou que «se com este sacramento, o batizando se converte em filho adotivo de Deus, objeto de seu amor infinito que o tutela e defende das forças obscuras do maligno, é necessário ensiná-los a reconhecer a Deus como seu Pai e a saber se relacionar com Deus com atitude de filho».
Também, o batismo, afirmou, introduz as crianças em «uma nova família, maior e estável, mais aberta e numerosa que a vossa: refiro-me à família dos crentes, à Igreja, uma família que tem Deus por Pai e na qual todos se reconhecem irmãos em Jesus Cristo».
Confiando estas crianças «à bondade de Deus, que é potência de luz e de amor», estas, «ainda nas dificuldades da vida, não se sentirão abandonadas, se permanecerem unidas a Ele».
«Preocupados portanto em educá-las na fé, em ensiná-las a rezar e a crescer como fazia Jesus e com sua ajuda, em sabedoria, idade e graça perante Deus e os homens», concluiu.
Depois, durante sua alocução no Ângelus, o Papa voltou a assinalar a importância deste sacramento, pelo qual o homem «recebe a vida eterna».
«Esta é a estupenda realidade: a pessoa humana, mediante o Batismo, insere-se na relação única e singular de Jesus com o Pai, de forma que as palavras que ressoaram no céu sobre o Filho Unigênito se fazem verdadeiras para cada homem e toda mulher que renasce na água e do Espírito Santo: Tu és meu Filho, o amado», acrescentou.

Igreja não se escandaliza com sexualidade

Seu valor é entendido à luz da vida humana


Por Gilberto Hernández

CIDADE DO MÉXICO, quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 (ZENIT.org-El Observador).- Ao contrário do que se pensa e diz nos âmbitos seculares, a Igreja não evita falar da dimensão corporal do homem e da mulher, particularmente da sexualidade. Foi assim que se expressou a Dra. Helen Alvaré, catedrática da Universidade George Mason em sua conferência durante a 3ª sessão do Congresso Teológico Pastoral, dentro da VI Encontro Mundial das Famílias.

A principal razão que permite à Igreja valorizar a dimensão corporal radica em que no cristianismo, de uma forma muito rica, «expressa seus mistérios através da corporeidade, como no caso da Encarnação e da Ressurreição», indicou a especialista.

E lembrou que este valor adquire toda a sua profundidade quando «os fiéis têm a consciência de pertencer ao Corpo Místico de Cristo através da sua própria pessoa».

A catedrática, proveniente dos Estados Unidos, afirmou que para entender o valor da vida humana não se deve evadir o tema da sexualidade. Disse também que a Igreja deve aproveitar seu profundo conhecimento sobre a corporeidade humana para falar e manifestar sua posição sobre o tema.

A também assessora do Conselho Episcopal dos Estados Unidos destacou que o exercício e a experiência da própria sexualidade não estão limitados ao âmbito físico, mas encontram sua razão e propósito divino através da vida espiritual e da fé.

A Dra. Alvaré expressou que «o corpo humano não está carente de significado, ainda quando falamos da criança não nascida ou do homem e da mulher e sua relação de intimidade. Toda a informação ética, testemunhal e científica nos indica que temos de respeitar o corpo não como um mero determinismo biológico. Simplesmente não podemos contradizer tão violentamente o corpo humano».

E disse que um dos aspectos mais interessantes da Igreja Católica é seu entendimento tão profundo do físico: «não nos dá medo nem vergonha falar sobre a sexualidade humana; isso é, pelo contrário, uma bênção».

A estudiosa do tema da família assinalou que quando o Santo Padre fala do matrimônio como o lugar onde encontramos Jesus Cristo nos cônjuges, podemos chegar a imaginar que esta realidade vive em cada pessoa, na vida de cada casal. «Nem todo o mundo se casa, mas a maioria das pessoas sim, e por isso esta teologia é muito digna de consideração», indicou.

Para exemplificar a cotidianidade e importância da corporeidade na vida religiosa dos fiéis, a Dra. Alvaré fez um elenco de ritos e práticas que implicam manifestações físicas: «tocamos as relíquias, beijamos as estátuas, tocamos nossos terços, damos a mão. Isso fala de dar uma mensagem importante, de que cada pessoa é um indivíduo importante. O Corpo de Cristo não está formado, nós temos de formá-lo e devemos começar com o que temos».

Casamento sem compromisso não funciona

José Ángel Rivero, falando sobre a família como ambiente de vida e de amor, assinalou que «é preocupante a falta de compromisso por parte das pessoas que optam pelo matrimônio, pois não sabem o que esperar e não têm as bases e os valores suficientes para sustentar uma relação comprometida cem por cento».

Esta falta de compromisso, afirmou Rivero, «leva a eleger o caminho fácil quando as coisas não funcionam no casamento: o divórcio. Este destrói famílias inteiras e fere fortemente os esposos e filhos. Tudo isso se deve a que muitas vezes se deixa de lutar e já não se quer seguir adiante, fazendo que o amor não cresça».

O palestrante assinalou que hoje em dia a cultura dominante tem grande influência sobre todas as pessoas. «Desde telenovelas até revistas mostram uma sociedade que perdeu seus valores e que põe em dúvida o sentido verdadeiro do matrimônio, mostrando-o como algo passageiro e que não pode durar para toda a vida».

Por sua vez, José Luis Guerrero, ao falar de violência e insegurança, considerou que a crise que a instituição familiar passa é um grave problema que desestabiliza a sociedade e por isso se devem unir esforços, provenientes de todos os atores sociais, para resgatá-la e consolidá-la.

«Violência, corrupção, pobreza, baixo rendimento escolar e emigração são apenas alguns dos fatores que incidem na crise da família. Ademais, a legalização do aborto, o aumento de divórcios e separações e a indiferença religiosa influenciam», assinalou.

Guerrero citou palavras de Bento XVI: «O Ocidente está cansado de sua própria cultura», para fazer notar que a «cultura light» dominante não só consome comida com poucas calorias, «mas nos torna medíocres e nos leva a cruzar os braços diante do aumento do número de divórcios, suicídios, prostituição e abortos».

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Líder protestante acolhe positivamente catequese do Papa sobre justificação

Declarações do chefe da Igreja Evangélica Luterana na Itália, Holger MilkauROMA, quinta-feira, 20 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- A catequese que Bento XVI ofereceu nesta quarta-feira sobre a justificação, na qual analisou a teologia de Martinho Lutero, suscitou comentários positivos por parte de filhos da Reforma que ele fundou. O decano da Igreja Evangélica Luterana na Itália, Holger Milkau, confessou: «Sempre é um prazer escutar o Papa falar de Lutero, sobretudo quando fala de temas que compartilham».
O pontífice dedicou a audiência geral à doutrina sobre a justificação, tema central no ensinamento de São Paulo.
«Cristo nos torna justos – disse o Papa. Ser justo quer simplesmente dizer estar com Cristo e em Cristo. Isso basta. Não são necessárias outras observâncias.»
Milkau aprova este enunciado do pontífice, elogiando também a interpretação que fez de um dos pontos centrais da doutrina de Martinho Lutero (1483-1546): a doutrina da «justificação pela fé».
Lutero, interpretando a Carta aos Romanos, convenceu-se de que o cristão se salvaria «só pela fé» e não pelas «obras» que realiza.
Bento XVI explicou que «a expressão ‘só fé’ de Luterno é verdadeira, quando não se opõe à fé e à caridade, ao amor».
Segundo o decano luterano, «para os protestantes, não há problema na hora de afirmar que o ágape é realização na comunhão com Cristo».
Pois bem, seguindo suas próprias fontes teológicas, Milkau propõe, com uma visão protestante, ampliar «esta reflexão também ao problema da Igreja. As palavras do Papa poderiam também significar que para estar em Cristo não é necessário pertencer à própria Igreja, pois o ágape é o elemento essencial da comunhão com Cristo».
E continua dizendo: «a justificação pela fé e não pelas obras foi acolhida e aceita já como base do credo cristão. O Papa, contudo, expressou um ‘se’, e não podia ser de outra forma. Ele vê este ‘se’ no perigo da libertinagem que Paulo nega e, com ele, também Lutero. A fé tem que ter uma conseqüência que, segundo os luteranos, se expressa no compromisso pela liberdade do próximo, compromisso às vezes difícil e cheio de sofrimento».
«Desde nosso ponto de vista – diz Milkau –, não é suficiente definir por decreto o que é bom e condenar o que não é. Pelo contrário, é preciso incentivar a capacidade de juízo para ser cada vez mais autônomos e responsáveis, mas ao mesmo tempo conscientes de ser falíveis também no amor. ‘Sola fide’ não significa não fiar-se dos próprios poderes, mas esperar tudo de Deus.»
Em 31 de outubro de 1999, foi assinada a Declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação entre a Igreja Católica e a Federação Luterana Mundial, que superava desde o ponto de vista doutrinal uma das causas fundamentais que provocou a separação de Lutero.